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Começando

Carregador de carro elétrico no condomínio: por onde começar

Quem decide, o que precisa ser aprovado e qual a ordem certa dos passos para não gastar duas vezes.

9 de outubro de 2026 · 6 min de leitura

A primeira coisa a entender: a garagem é área do condomínio, e o quadro elétrico também. Mesmo que a vaga seja sua, a energia que vai até ela passa por estruturas comuns. Por isso a recarga de carro elétrico é uma decisão coletiva, tomada em assembleia, e não uma obra individual.

A ordem que evita retrabalho

  1. Levantar o interesse. Quantos moradores já têm carro elétrico e quantos pensam em ter. O projeto é feito para todos, não só para quem pediu primeiro.
  2. Olhar o quadro. Quanto o prédio consome hoje e quanto sobra, principalmente à noite.
  3. Projetar com controle de demanda. O gerenciador entra no projeto desde o início.
  4. Aprovar em assembleia com proposta, projeto e regras de cobrança na mesa.
  5. Executar a obra com integrador credenciado e ART.
  6. Ativar a plataforma: cadastro dos moradores, tarifa, dia de fechamento, regras de inadimplência.

O erro mais comum

Liberar tomadas ou carregadores avulsos, um de cada vez, sem olhar o prédio como um todo. Funciona com dois carros. Com dez, o disjuntor geral começa a desarmar à noite e alguém vai ter de pagar a conta de luz dos outros.

Sobre a convenção e a lei
As regras de aprovação dependem da convenção do seu condomínio e da legislação local, que vem mudando em vários estados e cidades. Na dúvida, consulte a administradora ou um advogado de condomínio antes da assembleia.

Próximos passos

Baixe o kit assembleia, faça o teste “Seu condomínio está pronto?” ou fale com a gente.

Vamos conversar sobre o seu prédio?

Conte quantas vagas e quantos carros elétricos o condomínio tem hoje. A gente responde com o caminho mais simples, sem compromisso.