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Energia

Gerenciador de demanda: o que é e por que entra no projeto desde o começo

A peça que permite carregar muitos carros com a energia que o prédio já tem.

9 de outubro de 2026 · 5 min de leitura

Uma estação de recarga residencial costuma ter entre 3,7 kW e 7,4 kW. Parece pouco até a conta: 60 vagas × 7 kW dá 420 kW, cerca de 1.100 A em 220 V, só para os carros. Nem uma entrada inteira de 800 A daria conta, e ela ainda precisa atender elevador, bombas e iluminação. Faça a conta do seu prédio na calculadora.

O que o gerenciador faz

Ele mede, em tempo real, quanto o prédio inteiro está consumindo (elevadores, bombas, iluminação, apartamentos) e distribui só a folga entre os carros. Se cabe, o carro carrega. Se não cabe, espera na fila e entra sozinho quando abre espaço. O prédio nunca passa do limite.

O que a norma diz

A NBR 17019 aceita dois caminhos: a instalação ser dimensionada para todos os carregadores ligados ao mesmo tempo, na potência máxima (fator de demanda 1), ou existir um gerenciador de demanda. Com muitos apartamentos, o primeiro caminho exige um aumento de carga que quase nenhum prédio consegue fazer. Na prática, o gerenciador é obrigatório: ele aproveita ao máximo a entrada que já existe, com muito mais chance de dispensar o aumento de carga.

Não deixe para depois
O gerenciador muda o dimensionamento de cabos, quadros e proteções. Ele precisa estar no projeto elétrico desde o primeiro dia. Projeto feito sem ele costuma ter de ser refeito.

Na ProSmart

O gerenciador da ProSmart se chama ProDemand. Ele lê vários medidores em painéis diferentes, respeita o limite de cada um e conversa com a plataforma que fatura cada morador.

Vamos conversar sobre o seu prédio?

Conte quantas vagas e quantos carros elétricos o condomínio tem hoje. A gente responde com o caminho mais simples, sem compromisso.