RECARGA DE CARROS ELÉTRICOS NO [NOME DO CONDOMÍNIO] — PERGUNTAS E RESPOSTAS
O que está sendo proposto?
Uma instalação elétrica própria para recarga de carros elétricos na garagem, com estações de recarga, um gerenciador de energia e uma plataforma que mede cada recarga e cobra de cada morador o que ele usou.
Eu não tenho carro elétrico. Vou pagar alguma coisa?
A energia, não: ela é medida em cada recarga e paga só por quem carregou. A infraestrutura comum (quadros e cabos) será paga [por todas as unidades / só por quem aderir], conforme a assembleia decidir hoje.
Por que não deixar cada um ligar o carro na tomada da garagem?
Porque a tomada comum não foi feita para ficar horas seguidas com carga alta, e a energia cai na conta do condomínio, paga por todos. A instalação planejada tem circuito próprio, proteções e medição.
O prédio aguenta?
Aguenta com gerenciamento. Se todos os carros carregassem juntos na potência máxima, a conta não fecharia (exemplo: 60 vagas × 7 kW = 420 kW, cerca de 1.100 A em 220 V). O gerenciador de demanda mede o prédio o tempo todo e entrega aos carros só a energia que sobra. Por isso ele faz parte do projeto desde o começo.
Vai precisar aumentar a carga com a distribuidora?
O levantamento feito no prédio indica que [não é necessário / é necessário, com prazo estimado de ___]. Com o gerenciador, a recarga usa a ligação que o prédio já tem. Em prédios do Grupo A, o gerenciador também evita passar da demanda contratada, o que gera cobrança de ultrapassagem na conta de energia.
E se todo mundo chegar e ligar o carro na mesma hora?
Entra uma fila automática: quem cabe carrega, os outros esperam e começam sozinhos quando abre espaço. Quando sobra pouca energia, o último carro pode entrar com potência menor em vez de ficar parado. De madrugada o prédio consome pouco e muito mais carros carregam juntos.
Como cada um paga a energia?
Cada recarga é medida pela estação. No dia [dia] de cada mês a plataforma fecha o período e envia a fatura de cada morador em PDF por e-mail e no aplicativo, com vencimento em [nº] dias. Durante o mês, o morador acompanha uma prévia.
Quanto vai custar o kWh?
O preço é decidido pela assembleia. A proposta é [R$ valor por kWh], formado pelo custo da energia com tributos [mais taxa de manutenção de ___].
E se alguém não pagar?
O morador é avisado no vencimento. Passada a carência de [nº] dias, a estação daquela unidade é desativada no próprio equipamento. Quando ele paga, o síndico registra a baixa e a recarga volta. As outras estações seguem funcionando normalmente.
É seguro? E o risco de incêndio?
Projeto e obra são feitos por empresa habilitada, com ART, seguindo a ABNT NBR 17019 e a ABNT NBR 5410, com proteções em cada ponto. O projeto prevê um seccionamento de emergência, interligado ao sistema de incêndio existente do prédio, que desliga a alimentação das estações. As exigências do Corpo de Bombeiros do estado também são atendidas.
Quem faz a obra e quem conserta se der problema?
A obra é da empresa [nome do integrador], com responsável técnico e ART. A manutenção preventiva e os chamados ficam com [quem], nas condições do contrato.
Posso escolher qualquer carregador para a minha vaga?
Pode escolher entre os modelos compatíveis: a estação precisa usar o protocolo aberto OCPP 1.6J e estar homologada na plataforma [nome], para entrar no controle de energia e na cobrança. A instalação é sempre feita por profissional habilitado, com ART.
Não quero agora. E se eu quiser depois?
A infraestrutura é dimensionada para receber novos pontos. Quem aderir depois [paga o valor de entrada de ___ / paga só a estação e o circuito da vaga], conforme o regulamento.
Inquilino pode usar?
Pode, com cadastro na plataforma e aceite do regulamento. As faturas ficam no nome de quem se cadastrou como responsável pela unidade.
E se a internet do prédio cair?
Depende da solução. Na proposta aprovada, [descrever o que continua funcionando sem internet: identificação por cartão, controle de demanda, bloqueio, recargas em andamento].
Alguém vai ter prioridade na fila?
[Não. A fila é por ordem de chegada. / Sim, para quem assinar o serviço opcional de prioridade, se o condomínio decidir oferecer.]