A ABNT NBR 17019 é a norma brasileira que diz como deve ser a instalação elétrica que alimenta um carro elétrico: o circuito que sai do quadro, as proteções, como somar as cargas e como conferir tudo no fim da obra. Ela foi publicada em abril de 2022 e é a referência de qualquer projeto de recarga em condomínio, casa, empresa ou estacionamento.[1] Em resumo, ela pede um circuito para cada ponto de recarga, DR em cada ponto, proteção contra surtos quando aplicável e uma de duas coisas no dimensionamento: ou a instalação aguenta todos os pontos ao mesmo tempo na potência máxima, ou existe controle da recarga.
Este guia explica cada parte com nossas palavras, mostra onde a NBR 17019 se encaixa entre as outras normas e separa o que é dela do que vem da distribuidora e do Corpo de Bombeiros.
De onde a norma vem e onde se encaixa
O nome completo é “Instalações elétricas de baixa tensão — Requisitos para instalações em locais especiais — Alimentação de veículos elétricos”. Foi elaborada pelo comitê de eletricidade da ABNT (CB-003).[1] O texto tem como base a norma internacional IEC 60364-7-722, edição de 2018, que é a parte da família IEC 60364 dedicada à alimentação de veículos elétricos.[2]
Por que uma norma própria? Porque a recarga foge do padrão de uma instalação comum. Um chuveiro puxa corrente alta por dez minutos; uma estação de recarga puxa corrente alta por seis, oito, dez horas seguidas, todas as noites, num lugar com umidade, poeira e carros manobrando. E o equipamento na ponta do cabo é um veículo com bateria e eletrônica de potência, que pode produzir tipos de falha que os aparelhos domésticos não produzem. Cada exigência da norma responde a uma dessas diferenças.
A NBR 17019 não vive sozinha. Ela é uma norma de “local especial” da NBR 5410, a norma geral das instalações de baixa tensão: complementa a NBR 5410 e substitui alguns trechos dela quando o assunto é recarga.[2] Ou seja, tudo o que a NBR 5410 pede continua valendo (dimensionamento de cabos, aterramento, quadros), e a NBR 17019 acrescenta o que é próprio da recarga. A NBR 5410 em vigor é a edição de 2004, e a revisão em andamento tem publicação esperada até o fim de 2026, se não houver atrasos.[3]
| Norma | Do que trata | Quem usa no dia a dia |
|---|---|---|
| ABNT NBR 5410 | Toda instalação elétrica de baixa tensão | Projetista e eletricista |
| ABNT NBR 17019 | A instalação fixa que alimenta o veículo | Projetista e integrador |
| ABNT NBR IEC 61851-1[4] | O equipamento de recarga e a conversa com o carro | Fabricante da estação |
| ABNT NBR IEC 62196 | Plugues, tomadas e conectores do veículo | Fabricante de cabos e conectores |
| ABNT NBR 5419 | Proteção contra descargas atmosféricas | Projetista do SPDA |
- Do que trata:
- Toda instalação elétrica de baixa tensão
- Quem usa no dia a dia:
- Projetista e eletricista
- Do que trata:
- A instalação fixa que alimenta o veículo
- Quem usa no dia a dia:
- Projetista e integrador
- Do que trata:
- O equipamento de recarga e a conversa com o carro
- Quem usa no dia a dia:
- Fabricante da estação
- Do que trata:
- Plugues, tomadas e conectores do veículo
- Quem usa no dia a dia:
- Fabricante de cabos e conectores
- Do que trata:
- Proteção contra descargas atmosféricas
- Quem usa no dia a dia:
- Projetista do SPDA
A divisão é útil para saber a quem cobrar. Se a dúvida é sobre o quadro, o cabo ou o DR, é NBR 17019 e NBR 5410, do projetista. Se é sobre como a estação conversa com o carro ou sobre o conector, é NBR IEC 61851 e NBR IEC 62196, do fabricante. A cartilha orientativa publicada por FIESC, distribuidora de Santa Catarina, Corpo de Bombeiros, CREA-SC e ABVE lista justamente esse conjunto como mínimo para a instalação.[5]
O que a norma cobre e o que fica de fora
A NBR 17019 trata da instalação elétrica fixa destinada a fornecer energia ao veículo e também da que recebe energia dele, o caso da recarga bidirecional.[1] Isso vale para qualquer lugar: garagem de prédio, casa, empresa, estacionamento público.
Ficam de fora, e são resolvidos por outras regras:
- O equipamento em si. Como a estação é construída e testada é assunto da NBR IEC 61851-1, que trata das características do equipamento, da conexão com o veículo e da segurança elétrica dele.[4]
- Gases da bateria. A norma não avalia o risco de explosão por hidrogênio ou outros gases inflamáveis durante a recarga.[2]
- Segurança contra incêndio do prédio. Detecção, chuveiros automáticos, rotas de fuga e desligamento de emergência são definidos pelo Corpo de Bombeiros de cada estado. Veja NBR 17019 e Corpo de Bombeiros.
- A ligação com a distribuidora. Padrão de entrada, aumento de carga e regras de medição são da distribuidora e da ANEEL. Veja aumento de carga na concessionária.
Os quatro modos de recarga
Toda conversa sobre recarga usa os quatro modos definidos na NBR IEC 61851-1. Eles descrevem como o carro se liga à rede e quanta proteção existe no caminho. As normas de bombeiros estaduais reproduzem essas definições, com os limites de corrente de cada modo.[6]
| Modo | Como o carro se liga | Limite de corrente | Na garagem do prédio |
|---|---|---|---|
| Modo 1 | Cabo direto na tomada, sem função-piloto nem proteção no cabo | 16 A | Proibido nas normas estaduais |
| Modo 2 | Cabo portátil com caixa de controle e proteção, ligado em tomada | 32 A | Em geral só em área externa |
| Modo 3 | Estação fixa em corrente alternada (wallbox), com função-piloto | Definido pela estação | O padrão do condomínio |
| Modo 4 | Estação de corrente contínua (recarga rápida) | Definido pela estação | Raro em condomínio residencial |
- Como o carro se liga:
- Cabo direto na tomada, sem função-piloto nem proteção no cabo
- Limite de corrente:
- 16 A
- Na garagem do prédio:
- Proibido nas normas estaduais
- Como o carro se liga:
- Cabo portátil com caixa de controle e proteção, ligado em tomada
- Limite de corrente:
- 32 A
- Na garagem do prédio:
- Em geral só em área externa
- Como o carro se liga:
- Estação fixa em corrente alternada (wallbox), com função-piloto
- Limite de corrente:
- Definido pela estação
- Na garagem do prédio:
- O padrão do condomínio
- Como o carro se liga:
- Estação de corrente contínua (recarga rápida)
- Limite de corrente:
- Definido pela estação
- Na garagem do prédio:
- Raro em condomínio residencial
A função-piloto é o fio de controle pelo qual a estação e o carro se reconhecem e combinam a corrente máxima. Sem ela (modo 1), o carro puxa da tomada sem nenhum controle externo. Com ela (modos 2, 3 e 4), a recarga só começa quando tudo está conectado corretamente e o carro respeita o limite informado. Minas Gerais, por exemplo, não admite o modo 1 em nenhuma circunstância e aceita o modo 2 só em áreas externas.[6] O porquê está em carregar em tomada comum.
No condomínio, o que se instala é modo 3: uma estação fixa, ligada ao seu circuito, com cabo preso ou com tomada própria para o conector do carro. Para a NBR 17019, a fronteira da instalação é o ponto de conexão, onde o cabo do carro se encaixa. Tudo que vem antes (quadro, cabo, proteções) é do projetista; a estação é um equipamento certificado que o projeto escolhe. Tipos de conector estão em conectores Tipo 1, Tipo 2, CCS2 e GB/T.
Um circuito para cada ponto de recarga
A regra de base é simples: cada ponto de conexão é alimentado por um circuito terminal próprio, com a sua proteção. A potência a considerar em cada ponto é a nominal do equipamento, na corrente máxima de recarga.[7] Nada de puxar a estação de uma tomada de serviço da garagem, nem de dividir um circuito entre duas vagas.
Pelo mesmo motivo, cada tomada alimenta um veículo por vez, e extensões e adaptadores múltiplos (o “benjamim”) não são admitidos.[7] A recarga é uma carga contínua de horas. Um circuito compartilhado ou uma emenda improvisada esquenta onde ninguém está olhando.
O detalhe do cabo, do disjuntor e da queda de tensão está em dimensionamento do circuito da estação.
Fator de demanda 1 ou controle de recarga
Esta é a parte da norma que mais pesa no bolso do condomínio. Em instalações comuns, o projetista aplica um fator de demanda: como nem todos os aparelhos ficam ligados ao mesmo tempo, soma-se menos do que o total instalado. Na recarga, a NBR 17019 parte do contrário. Como todos os pontos podem ser usados simultaneamente, o fator de demanda do circuito de distribuição deve ser igual a 1, a menos que um controle de recarga faça parte do sistema, na estação, a montante dela ou nos dois lugares.[5]
Na prática, a norma deixa dois caminhos:
- Dimensionar para todos ao mesmo tempo. A instalação é calculada como se todas as estações estivessem ligadas juntas, na potência máxima.
- Gerenciar a demanda. Um controle mede o que o prédio consome e limita a potência dos carros para o total nunca passar do que a instalação suporta.
A conta mostra por que o primeiro caminho raramente cabe num condomínio:
Com fator 1, essa corrente entra inteira no cálculo da entrada do prédio, somada a elevadores, bombas e iluminação. Quase nenhum condomínio tem essa folga, e o aumento de carga necessário costuma ser caro ou demorado. Por isso o gerenciamento não é 100% obrigatório pela norma, mas na prática é: é ele que deixa muitos carros carregarem com a energia que o prédio já tem.
Caminho 1, sem controle: 40 estações × 7,4 kW = 296 kW. Em 220 V trifásico, isso dá cerca de 777 A por fase (296.000 W ÷ 381), só para os carros, somados ao consumo do prédio. Na maioria dos casos, é refazer a entrada de energia.
Caminho 2, com controle: a medição mostra, de exemplo, 150 A livres por fase à noite, cerca de 57 kW. Se cada carro precisa em média de 5 kWh por noite, os 40 carros pedem 200 kWh. Em 8 horas, 57 kW entregam perto de 456 kWh. Cabe com folga, desde que alguém distribua essa potência entre os carros ao longo da noite.
É essa distribuição que o controle de recarga faz. Os números do seu prédio saem da medição de energia, não de estimativa.
Um ponto que não admite atalho: o gerenciador muda o dimensionamento de cabos, quadros e medição, então ele entra no projeto desde o começo. Não existe “instalar o gerenciador depois” num projeto que foi calculado sem ele. O funcionamento está explicado em gerenciador de demanda.
Vale um esclarecimento de nomes. Há quem separe controle de recarga (limitar a potência das estações) de controle de demanda (olhar o consumo do prédio inteiro e decidir a partir dele).[7] No condomínio, o que interessa é o resultado: a soma de prédio e carros nunca passa do limite para o qual a instalação foi calculada, em cada fase e a cada momento. Um limite fixo por estação, sem medir o prédio, desperdiça a folga da madrugada; um controle que mede a entrada aproveita essa folga.
Proteções: DR, DPS e disjuntor
Três dispositivos, três perigos diferentes. O DR protege as pessoas contra choque, o DPS protege os equipamentos contra surtos de tensão e o disjuntor protege o cabo contra sobrecarga e curto-circuito. A NBR 17019 trata dos três de um jeito próprio para a recarga.
DR em cada ponto
O DR (dispositivo diferencial residual) desliga o circuito quando percebe corrente fugindo para a terra, por exemplo por uma pessoa. Na recarga, cada ponto de conexão em corrente alternada precisa de um DR individual, com sensibilidade de no máximo 30 mA, e o DR do tipo AC (o mais simples, que só enxerga corrente alternada senoidal) não pode ser usado.[7]
No modo 3, o mais usado em condomínio, entra uma camada extra: proteção também contra fuga em corrente contínua, que a eletrônica do carro pode produzir numa falha. Há três formas de resolver:[7][8]
| Arranjo | Onde fica a proteção contínua | DR no quadro |
|---|---|---|
| Estação com detecção embutida | Na estação (detector de 6 mA em corrente contínua) | Tipo A, 30 mA |
| DR tipo B no quadro | No próprio DR | Tipo B, 30 mA |
| Detector separado no circuito | Dispositivo conforme a IEC 62955 | Tipo A ou F, 30 mA |
- Onde fica a proteção contínua:
- Na estação (detector de 6 mA em corrente contínua)
- DR no quadro:
- Tipo A, 30 mA
- Onde fica a proteção contínua:
- No próprio DR
- DR no quadro:
- Tipo B, 30 mA
- Onde fica a proteção contínua:
- Dispositivo conforme a IEC 62955
- DR no quadro:
- Tipo A ou F, 30 mA
A escolha certa depende da estação. Por isso a ficha técnica do equipamento entra no projeto: se ela traz a detecção de corrente contínua, o quadro pode usar DR tipo A; se não traz, o quadro precisa de DR tipo B. O assunto completo, com o porquê dos 6 mA, está em DR, DPS e disjuntores na recarga.
Proteção contra surtos (DPS)
O DPS (dispositivo de proteção contra surtos) desvia picos de tensão vindos de raios e manobras na rede. A NBR 17019 exige proteção contra sobretensões transitórias nos pontos de conexão em locais com aglomeração de público, individualmente ou por grupo. Para estações fixas (modos 3 e 4), em geral mais expostas a surtos, os autores de um estudo técnico publicado em 2024 recomendam DPS classe I ou classe I+II junto da estação.[8] Várias normas de bombeiros também pedem DPS no quadro dos carregadores.[6]
Sobrecorrente
Cada circuito terminal tem a sua proteção contra sobrecorrente (o disjuntor), coordenada com o cabo.[8] O disjuntor protege o cabo, não a pessoa; o DR protege a pessoa. Os dois juntos, em cada ponto.
Influências externas
Na fase de projeto, as influências externas do local (água, poeira, impacto, temperatura, presença de pessoas) devem ser classificadas para escolher um equipamento adequado, conforme o item 4.2.6 da NBR 5410.[7] Em garagem, isso se traduz em estação e quadro com grau de proteção contra água e poeira (o código IP) e contra impacto (o código IK) compatíveis com o lugar, e em proteção física contra batidas de para-choque.
No condomínio: o que vem de fora da norma
Uma instalação pode cumprir a NBR 17019 e mesmo assim não estar pronta. Num prédio, três outras frentes entram no mesmo projeto.
O prédio como um todo
Minas Gerais, por exemplo, exige um projeto elétrico único para toda a edificação, com estudo de carga global, e só depois deixa cada interessado instalar a sua estação dentro dos limites desse projeto.[6] É a mesma lógica do fator de demanda: quem olha uma vaga por vez não enxerga a soma.
A distribuidora
Do medidor da unidade consumidora não se tira um segundo ramal só para a estação, e se o padrão de entrada precisar crescer é preciso pedir aumento de carga à distribuidora, conforme a Resolução ANEEL 1.000/2021, lembra a cartilha conjunta de Santa Catarina.[5] A mesma cartilha recomenda, em cada pavimento de garagem, um quadro próprio para as estações, com proteções identificadas, de fácil acesso e com disjuntor geral que permita o desligamento em emergência, e só estações certificadas.[5]
O Corpo de Bombeiros
Desligamento de emergência por estação e por pavimento, sinalização e, conforme o estado, interligação com o alarme de incêndio. A lista por estado está em NBR 17019 e Corpo de Bombeiros.
Aterramento e condutor de proteção
O DR só protege se existir um caminho de terra decente, e a conversa entre a estação e o carro usa o condutor de proteção como referência. As normas de bombeiros já cobram que todo SAVE tenha condutor de aterramento de proteção adequado, conforme a NBR IEC 61851-1.[6] Parece óbvio, mas não é a realidade de muitos prédios: segundo dados da Abracopel citados em estudo técnico, só 44,2% das instalações comerciais avaliadas tinham condutor de proteção em todos os pontos de tomada e equipamentos.[8]
Esquemas de aterramento, o problema do condutor PEN e o que medir estão em aterramento na recarga.
Verificação final e documentação
Depois de instalada, a recarga passa pela verificação final prevista na seção 7 da NBR 5410: inspeção visual e ensaios, como continuidade do condutor de proteção, resistência de isolamento e funcionamento dos DR.[7] É o momento de provar que o que foi projetado é o que foi construído.
Projeto e as built com o diagrama dos quadros, o caminho dos cabos e a identificação de cada circuito por vaga.
ART de projeto e de execução, do profissional habilitado responsável.
Relatório da verificação final, com os valores medidos de cada circuito, inclusive o teste dos DR.
Fichas técnicas e certificados das estações, do gerenciador e dos dispositivos de proteção, e a configuração dos limites de demanda.
O checklist de recebimento da obra do kit assembleia transforma essa lista em itens para conferir.
Quando a instalação cresce
Condomínio raramente instala todas as estações de uma vez. Cada ampliação é uma obra nova: o circuito novo passa pela mesma verificação, e o limite configurado no controle de recarga é revisto. Em Minas Gerais, por exemplo, o laudo de conformidade é apresentado para cada SAVE ou conjunto de SAVE instalado.[6] Guardar o projeto original e as medições facilita muito essa conta.
Leituras erradas que aparecem muito
- “A norma obriga gerenciador.” Não literalmente: ela aceita dimensionar tudo com fator 1. Mas com mais de algumas vagas, esse caminho costuma ser inviável, e o controle vira a solução de fato.
- “Basta comprar uma estação boa.” A NBR 17019 é sobre a instalação. A melhor estação ligada num circuito errado continua sendo uma instalação errada.
- “Fator 1 é só para prédio grande.” A regra vale para qualquer quadro que alimenta mais de uma estação. Em prédio pequeno ela só pesa menos.
- “A NBR 17019 é a norma dos bombeiros.” Ela é da ABNT e trata da parte elétrica. As exigências de incêndio são do Corpo de Bombeiros de cada estado.
Checklist: o projeto segue a NBR 17019?
Próximos passos
Na ProSmart EV, o caminho do controle de recarga é o ProDemand, o módulo que fica no quadro do prédio, mede o consumo e limita a potência das estações para respeitar a entrada. Ele é previsto no projeto desde o início, junto com a medição. A obra é feita por integrador credenciado, com ART, e o projeto inclui o seccionamento de emergência dos carregadores, interligado ao sistema de incêndio que o prédio já tem. As estações precisam falar OCPP 1.6J e estar homologadas na plataforma; a lista está em compatibilidade.
- Entenda o controle de recarga em gerenciador de demanda e descubra a folga do seu prédio em carga disponível.
- Veja o que o Corpo de Bombeiros do seu estado pede em NBR 17019 e bombeiros.
- Faça a conta na calculadora quantos carros meu prédio aguenta.
- Peça propostas comparáveis com o modelo de pedido de proposta ou encontre um integrador credenciado.